as palavras que se escrevem só têm a importância na medida da atenção que lhes der.
também as que não se escrevem...
melhor será viver constantemente nessa linguagem
de forma que a reproduza sem ter de correr atrás das que me apareceram de passagem
como os pássaros e insectos...
ou se calhar como eu, também, quando passo pelas árvores, flores e vidas de alguns outros seres vivos...
devo escrever por prazer e devo ter orgulho em ler o que escrevo...
...ainda não encontrei esse conforto. porque há algo mais importante que deseje honrar e fazer. algo inédito que transforme a vida radicalmente, sem que me perca.
deverei amar também o meu silêncio...
tanto brilho nos olhos provoquei com palavras que nunca direi
muitas hão de vir sei bem. inspiradas por mim, algo ou alguém.
assim como as percepções que tenha que nem são tão raras. são por vezes pouco claras.
como algumas intenções que temo transparecer. deverei pois afastar esse fumo que é o medo.
não é como as nuvens porque essas, são bem mais versáteis, embora tapem o calor que os raios de sol fazem sentir, quando tocam na flor da pele.
que o sincronismo milimétrico entre as emoções e pensamentos seja um elemento de inspiração, que as emoções sejam fortes e boas, assim como a minha força para as viver, tornando-as úteis no meu percurso de vida.
que a coragem seja a minha melhor amiga, se que é que ela pudesse ter uma forma feminina.
e a fé uma irmã que me seja trazida pelo pai que educa quase sempre o irmão mais velho para dar testemunho aos outros.
0 comentários:
Enviar um comentário